Os sonhos são iguais a fumaça
Meu Deus! Por que a gente coleciona uma porção de ilusões? O ser humano – sempre acreditei nisso – é uma máquina complicada. Nós todos, sem exceção, vivemos em torno de símbolos. Algus, externos, outros, internos (aqueles lá de dentro da alma, coisas que a gente não revela de jeito nenhum). Eu, por mim, acho que nada sei – como Sócrates, naqueles momentos de solidão. Mas, que é que eu quero mesmo referir?
Fiquei frustrado, hoje, lendo em sites da Internet, que a atriz Giovanna Antonelli, de repente, resolveu fazer um ensaio fotográfico e, nele, “quase” revelar seus atributos de mulher bonita e charmosa. Tudo bem. Cada mulher pode posar e revelar o que quiser, a hora que bem entender. O que essas musas nunca sabem, é que destroem os nossos sonhos. Foi o meu caso. Giovanna era uma das poucas exceções – no universo doirado das atrizes e mulheres glamourosas da TV – que ainda não tinham sucumbido à sanha de posar nua, ou “quase” nua, conforme ocorre com a troupe da Globo. A tentação é grande. As revistas masculinas, tipo Play Boy, pagam bem, a fim de que as meninas tirem a roupa e mostrem a bunda e os cabelinhos da xoxota. Basta lembram aquelas beldades dos infindáveis Big Brother Brasil.
Mas, que fazer? O mundo é vasto. O universo, “imenso e intenso”, conforme gosta de dizer minha amiga Lyue, economista de Beijim (China). No meu caso, até que gostava muito da performance de atriz de Giovanna. Contudo, ela arranjou um namorado (deve ser um vigarista), e resolveu posar nua. Que pena. Um dos meus sonhos de mulher bonita e de personalidade, estourou como um balão.